sábado, abril 25

Abril Azul: Aleam promove oficina gratuita sobre atendimento ao Transtorno do Espectro Autista

Em alusão ao Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) intensifica suas ações de inclusão. Por meio da Escola do Legislativo Senador José Lindoso, a Casa realiza, na próxima terça-feira (07/04), a oficina “Atendimento ao TEA”. A iniciativa visa fortalecer o debate sobre o autismo no Amazonas e capacitar profissionais para um acolhimento mais humano.

A oficina terá início às 14h, nas dependências da Escola do Legislativo, e será ministrada pela psicopedagoga Priscilla Lima. Doutora em Desenvolvimento Infantil e servidora da Casa, a especialista focará em práticas inclusivas e no suporte necessário para o desenvolvimento dos cidadãos autistas.

Qualificação no Serviço Público e Apoio às Famílias

A capacitação é voltada tanto para servidores públicos quanto para profissionais de diversas áreas e familiares. Segundo Priscilla Lima, a oficina busca ampliar o conhecimento sobre estratégias eficazes de atendimento e acolhimento adequado.

“O encontro também contempla as famílias, que são parte essencial no processo de desenvolvimento e garantia de direitos”, destaca a psicopedagoga.

Além das técnicas práticas, o evento abordará os fundamentos legais que regem o atendimento inclusivo. O objetivo é alinhar o serviço público às legislações vigentes, consolidando a Aleam como uma “Casa Inclusiva e Cidadã” para quem convive com o autismo no Amazonas.

Como Participar e Realizar Inscrições

Os interessados em participar da oficina devem realizar a inscrição o quanto antes. O processo pode ser feito presencialmente ou de forma online:

  • Presencial: Gerência de Treinamento (Escola do Legislativo).
  • E-mail: ger.treinamento@gmail.com (enviar nome completo, e-mail, telefone e especificar o evento no título).
  • Informações: (92) 3183-4393.

A promoção da cidadania e a formação contínua são os pilares desta ação, que reforça o dever coletivo de informar e sensibilizar a sociedade amazonense sobre a diversidade neurocognitiva.

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