
Alunos de três escolas da rede estadual de ensino garantiram classificação para a terceira e última fase da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB). Os representantes das escolas Gilberto Mestrinho, CMPM 3 (Professor Waldocke Fricke de Lyra) e CMPM 2 (Ceti Marcantonio Vilaça II) agora se preparam para a etapa decisiva da competição organizada pelo Instituto Butantan.
Ao todo, sete estudantes do Ensino Médio participarão da prova final no dia 14 de abril. O objetivo é conquistar uma vaga na capacitação presencial que seleciona os representantes brasileiros para as Olimpíadas Internacionais de Biologia.
Preparação Intensiva e Superação
Na Escola Estadual Gilberto Mestrinho, zona leste de Manaus, duas alunas da 3ª série do Ensino Médio avançaram na competição sob a orientação do professor Éder Souza. Com oito anos de experiência acompanhando jovens na Olimpíada Brasileira de Biologia, o docente ressalta o alto nível de exigência do exame.
“A última fase é muito árdua, com conteúdos de ciências naturais em nível universitário. Estamos preparando as alunas para darem o melhor, mas elas já são vencedoras por chegarem até aqui”, afirmou o professor Éder.
Rotina de Estudos e Foco no Resultado
Para a finalista Ticiane Brito, de 17 anos, a chave do sucesso foi a organização. Unindo o apoio pedagógico a videoaulas e resolução de provas antigas, ela conseguiu superar as duas primeiras etapas. “Estabelecer uma rotina fez o conteúdo se tornar mais compreensível. Estou nervosa para a terceira fase, mas o foco agora é estudar”, revelou a estudante.
Yujeydi Darianni, também finalista, compartilha do entusiasmo. “Eu aceitei o convite porque gosto de Biologia. Sabia que se me esforçasse, poderia passar. Fico muito alegre em poder me preparar para esta final”, celebrou.
Sobre a Olimpíada Brasileira de Biologia
A OBB é um projeto voltado para estudantes do Ensino Médio, apoiado pela Escola Superior do Instituto Butantan (ESIB). A iniciativa visa disseminar o conhecimento científico, melhorar o senso crítico dos jovens e fortalecer as políticas públicas de educação no Brasil. Além de estimular o estudo da ciência, a competição conecta teorias biológicas e lógica a temas do cotidiano.





