
O Ministério da Educação (MEC) anunciou, nesta sexta-feira (10/04), o lançamento da 3ª edição da Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil (OPMBr). A iniciativa é voltada para docentes dos anos finais do ensino fundamental e busca não apenas premiar, mas valorizar o impacto desses profissionais no fortalecimento da aprendizagem em escolas públicas de todo o país.
As inscrições são totalmente gratuitas e devem ser efetuadas exclusivamente pelo portal oficial da olimpíada. O prazo para participação começa hoje e segue até o dia 17 de maio.
Valorização do docente e boas práticas
Segundo Tereza Farias, diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, o projeto é uma vitrine para o talento nacional. “O Brasil tem professores incríveis que transformam a prática pedagógica em matemática, produzindo muito mais engajamento”, pontuou.
A ideia central da Olimpíada de Professores de Matemática é reunir e compartilhar metodologias eficazes que possam servir de base para novas políticas públicas voltadas ao aumento da proficiência acadêmica dos alunos.
Quem pode participar e fases da seleção
Podem se candidatar professores efetivos ou temporários que estejam em exercício em sala de aula. É necessário que as redes de ensino às quais estão vinculados tenham aderido ao Compromisso Nacional Toda Matemática (CNTM).
A seleção dos participantes da OPMBr será dividida em três etapas distintas:
- Fase I: Testes de conhecimentos específicos e didática (eliminatória).
- Fase II: Envio de um vídeo demonstrando uma proposta pedagógica (eliminatória).
- Fase III: Avaliação de portfólio e entrevista (classificatória).
O Compromisso Nacional Toda Matemática
A olimpíada está inserida no contexto do Toda Matemática, uma estratégia federal que visa garantir que os estudantes desenvolvam as competências previstas na BNCC.
O programa oferece apoio técnico-pedagógico e financeiro para estados e municípios, focando na equidade educacional e na criação de materiais de orientação. O objetivo final é reduzir as desigualdades regionais e socioeconômicas, colocando o processo de ensino-aprendizagem no centro das prioridades das redes de ensino brasileiras.





